Perdi o ônibus, eu e o bairro todo.

Bem que eu disse para vocês que estava ficando meio parado o meu querido bairro. Hoje os deuses resolveram dar uma brincadinha com todos.

Pego o meu ônibus para ir trabalhar todo os dias pela manhã. Para mim, as melhores opções para o transporte, são as linhas Abraão e Itaguaçu. Hoje, como todos os dias, fui pegar o Bom Abrigo logo de manhã cedo, e ele simplesmente…não passou. Isso mesmo, não passou.

Ficou eu, e mais umas 5 pessoas da parada de ônibus, esperando, esperando…até que desistimos. Achei no mínimo estranho um ônibus simplesmente sumir. Talvez tenha sido o vento. Única explicação plausível.

Por fim, consegui fazer uma pataquada. Mudei de parada, e fui esperar o Abraão. Enquanto eu esperava e vi um ônibus apontando lááá no horizonte, não tive dúvidas, era o Itaguaçu que eu já estava esperando há 20 minutos. Como eu já estava atrasado, corri para a parada antiga. Resultado: não era o Itaguaçu e eu perdi o Abraão que estava passando naquela hora.

Culpa do vento.

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Suave na nave.

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Primeiramente meus amigos, eu queria me desculpar. Tenho postado pouco. Mas não sou total culpado. O Bom Abrigo também leva uma grande parcela disso daí.

Ultimamente, não tem acontecido NADA por aqui. E fica difícil para mim, fazer brotar acontecimentos ou reflexões sobre sempre a mesma coisa. Dessa vez, o que me veio a cabeça foi justamente isso. A calmaria do bairro. De tão calmo, chega a ser chato.

Nesse exato momento que escrevo para vocês, lá fora está um barulho insurdecedor…dos passáros cantando. Ontem mesmo parei pra prestar atenção nesse canto, e dá até pra ficar um pouco atordoado. Calma lá, não estou falando que isso é ruim, muito pelo contrário, prefiro o canto dos pássaros aos barulhos de caminhões e buzinas. Mas eles ilustram bem a calmaria de que estou falando.

O pior mesmo é agora com a chegada do verão e juntamente com ele, do calor. Eu consigo daqui do meu apartamento, ouvir o barulho das piscinas e da criançada rindo e brincando nelas. Uma baita sacanagem.

Bom, fico por aqui. Vou acabando meu texto e ouvindo o único som que se sobrepõe ao dos pássaros todos os dias e que eu odeio de paixão. A música do inferno. A música do caminhão do gás.

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Será mesmo?

Estava lendo meus posts mais antigos e me deparei com um dado que apresentei aqui:

“Bom Abrigo é o bairro com melhor qualidade de vida em Florianópolis. Segundo um estudo da PNUD,o Índice de Desenvolvimento Humano Local na localidade é de 0,998 (em uma escala de 0 a 1).”

Eu, particularmente, não tenho muitas reclamações pra fazer acerca do bairro Bom Abrigo. Mas o fato de darem uma nota tão alta ao IDH do bairro, me leva a ficar pensando como é feita esse termômetro da qualidade de vida de um bairro.

Aqui tem muito e pouco de tudo. Sobram casas bonitas com pátios para as suas crianças brincarem. Faltam médicos por perto para socorrer elas caso se machuquem enquanto saracoteiam. Existem várias ruas que se podem estacionar seus carros tranquilamente, sobram vagas por todos os dias. Infelizmente, faltam guardas de trânsito para multar aqueles que estacionam em lugar proibido.

Tudo isso me leva a crer que esse índice é furado. E não é porque quero ser rabugento. O que quero dizer com isso é que uma nota como 0,998, em uma escala de 0 até 1, beira a perfeição. E isso é muito para qualquer lugar do Brasil. O que é quase perfeito para um, pode não ser tão lindo assim aos olhos de outro. Os emos sabem bem disso.

Até hoje fiquei sabendo só de uma multa aqui. Foi para meu irmão do meio. No natal. Certamente foi um presente do guarda.

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Marias dos Bairros.

Aproveitando o dia chuvoso, vou falar um pouco sobre amores de bairro. Quantos aqui já não se apaixonaram ou simplesmente tiveram aquela “quedinha” mais forte por uma menina ou menino do seu bairro? Por que estou falando isso? Bom, isso quase aconteceu comigo. Vou contar rapidinho como foi.

No mesmo ônibus que pego para ir pro trabalho todas as manhãs, vai uma menina. Linda, morena e sorridente. Todas (ou quase todas) as manhãs nos vemos, ela entra e logo senta nos bancos da frente. Eu sempre fico mais nos bancos do fundo, sou tímido. Mas eu sempre tive a sensação de que sempre “nos víamos”. Ou seja, ela sabia que eu estava ali, e eu também, obviamente. Pois bem, enquanto eu recolhia forças para um dia conversar com ela durante a viagem – chegar com o bafo e a cara amassada de quem acorda cedo nunca me pareceu muito charmoso – tive uma desilusão. Caminhando no centro da cidade um dia desses, “nos vimos” de novo. Ela sabia que eu estava ali, eu sabia que ela estava ali, só o namorado dela que não. Game over.

Fiz uma pesquisa rápida com familiares. Quase todos tiveram uma paixãozinha de bairro. Vocês já tiveram? Se tiveram, deixem um comentário contando pra mim. Quem sabe vocês tiveram a mesma sorte que meu irmão, que teve um rolinho com a menina da sorveteria. Sempre tinha sorvete de graça pros irmãos menores. Eu aprovava aquele relacionamento.

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Bom Abrigo na internet.

setembro 21, 2009 1 comentário

computerEstava pesquisando, tem realmente pouquíssima coisa sobre o bairro Bom Abrigo na internet.

Tem o que já postei da Wikipedia: Link.

O site de uma imobiliária que mostra imóveis daqui: Link.

Mais um anúncio de imóvel: Link.

E algo do Hagah, falando sobre o bairro: Link.

Me sinto melhor agora, estou contribuindo com o meu blog. Tem pouca coisa sobre o meu distinto bairro na internet.

Achei tudo isso no Google. Mas, nada do meu blog por lá. Google, porque me abandonastes?

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Vizinhos, vizinhos. Bairro à parte.

Vou contar rapidamente aqui, o relato de meu pai e minha mãe, sobre vizinhos de bairro. Por mais anti-social que pareça, nossa família nunca foi daquelas de fazer várias amizades com a vizinhança. Claro, sempre acontece os normais “Bom dia!”, “Boa tarde!” e “Boa Noite!”. De praxe. Mas nunca foi algo prioritário ir na casa dos vizinhos, se conhecer de verdade. Fazer amizade, no sentido pleno da expressão.

Sexta-feira passada, meu pai e minha mãe foram jantar na casa de um casal de amigos nossos. Os dois moram aqui no Bom Abrigo também. Eram amigos antes de se tornarem vizinhos. E lá, conheceram dois casais de amigos dos nossos amigos. Esses dois casais eram vizinhos desses nossos amigos, moravam ali, nas casas a esquerda e a direita da que eles jantavam. Papo vem e papo vai, meus pais descobrem que gostaram da companhia dessas pessoas. Resultado: todo mês será feito uma janta que reunirá esse mesmo pessoal, a próxima é aqui em casa.

O que quero dizer com tudo isso? Todos sabem que ter amigos é bom demais. Se eles forem seus vizinhos, melhor ainda. Então, por mais que seja até por acaso, se arrisque um pouco e tente conhecer seus vizinhos. Você pode começar uma amizade, um caso de amor e quem sabe, até uma guerra. Nunca se sabe. O importante é que todos os bairros, além do Bom Abrigo, precisam de vizinhos que se gostem e odeiem. Só dali saem idéias, reinvidicações e ações para o melhoramento do todo.

Arrisque-se. Não está faltando açúcar aí?

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Maresia, sente-se aqui.

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Eu já disse que acho muito bom o fato de morar perto do mar. É muito bonito. Acordar de manhã e ir pra sacada ver o mar às vezes é capaz de salvar vidas. Porém, como tudo nessa vida. Existe seus prós e contras. O meus contras do mar eu já achei. Entre eles está ela, a maresia.

Florianópolis, pelo simples fato de ser uma ilha, já está cercada pela água do mar (me superei nessa). Então, como já falei antes, com o tempo você vai se acostumando com o vento forte em alguns dias, um ou outro cheiro ruim que possa vir do mar em certas ocasiões. Mas o pior de tudo, para nós que vivemos nessa era digital com nossos milhares de aparelhos por dentro de casa, sem dúvida, é a maresia.

Sou um pseudo-músico, então tenho guitarra e violão. Esses dias minha guitarra estava com um ruído no som, alguns componentes internos dela inferrujaram. Culpada? A maresia. Meu violão, com cordas de aço, dura alguns dias com elas brilhantes. Depois disso, ficam enferrujadas e comprometem um pouco o som. Maresia. Rádios, TVs, computadores, todos com o tempo vão tendo partes oxidadas devido a ação da maresia.

Essa semana mesmo estou me mudando para São Paulo, vou lá curtir uma poluição.

Maresia eu te amo.

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